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terça-feira, 3 de novembro de 2015

A Noite do Puffle Zumbi #5

Hello people! Fefezinh digitando!

Peço desculpas por não postar o último capítulo ontem. Resumo? Visitas, confusão em casa, e um irmão que não queria dividir o computador comigo. :P 
Confiram a seguir o último capítulo da minissérie:

- E agora?? - diz Joaninha, olhando os zumbis se aproximarem.

- Eu tenho uma ideia...CORRAM! - grita Skine, e os 5 começam a correr para longe.

Longe dali...

- Vamos, estou morrendo de fome! - diz o primeiro zumbi. Mas Gui se aproxima e muda um pouco sua voz, a deixando mais rouca.

- Esperem, deixa eu ter a honra primeiro. - diz Gui. Um dos zumbis reclama. Mas o primeiro aceita.

- Ele é novato, deixa ele começar o banquete. - diz o zumbi. Gui se aproxima de Fefezinh com cuidado, e pega algo pequeno, com um cabo de madeira e uma lâmina afiada: uma machadinha, já meio enferrujada. Fefezinh arregala os olhos, e Gui sussurra: "Disfarce e faça o ataque assim que eu me afastar..". Fefezinh assente com a cabeça, e quando Gui se afasta, Fefezinh segura a machadinha com as duas nadadeiras e ataca um dos zumbis mais afastados do grupo, o fazendo cair com a cabeça cortada. A cabeça rola pela terra dura do cemitério. Os zumbis encaram Fefezinh, surpresos e depois com raiva.

- A agarrem! RÁPIDO! - grita um deles. Fefezinh e Gui logo correm pelo caminho liberado, desviando das lápides. Sorte que zumbis sempre são lentos. A cabeça do zumbi atacado tentava se mexer.

- Ei! Esperem por mim! - grita a cabeça, pulando. - Arf, arf, se eu tivesse feito mais exercícios ainda vivo...

- Obrigada pela ajuda, Gui! Tava precisando mesmo... - diz Fefezinh, correndo. - Mas como você se meteu entre os zumbis?

- Eu fui até perto de um bosque e lá havia um montão deles. Já que se eu fugisse ou me escondesse seria pego, tive que me disfarçar. Usei algumas coisas meio...nojentas que peguei dos túmulos, e assim...TARÃ! Pensaram que eu era um deles. E achei a machadinha presa em um tronco de árvore, obviamente abandonada.  - diz Gui.

- Já imagino o que você usou... - diz Fefezinh, fazendo cara de nojo. - Você tá mesmo com cheiro de morto. Irei te lembrar de tomar um banho quando sairmos daqui...

Niro ainda estava bem escondido atrás da lápide, e ao ver sua dona, pula feliz até ela. Fefezinh o abraça, feliz e aliviada.

- Me avise quando é o casamento. - diz Gui, rindo. Fefezinh começa a rir também.

- Engraçadinho....

Longe dali...

Joaninha, Skine, Jonnh, Kenny e o puffle zumbi corriam dos zumbis que o seguiam.

- Venham! Eu sei de um esconderijo! - diz Jonnh, e os leva até o depósito de caixões em que havia estado a pouco tempo. Eles logo entram e Jonnh bloqueia a porta com alguns caixões. Os zumbis, ao chegarem perto, batem com força na porta, que range alto e parecia quase se romper.

- Não acho que a porta aguentará muito... - diz Skine. Joaninha pega um pedaço de madeira afiado que estava por lá.

- Já chega. Se eles entrarem aqui, lidaremos com ele na marra! - diz Joaninha, decidida e balançando o pedaço de madeira acima da cabeça.

- Você tá doida?! Ser corajosa é uma coisa, mas ser estúpida... - diz Skine. Joaninha apenas o encara, mas ainda estava decidida. A porta começa a soltar pequenos pedaços de madeira, que caiam aos pés deles. Nadadeiras podres começam a ocupar os novos buracos na porta. - AIII! TEMOS QUE FAZER ALGO, RÁPIDO!

De repente o teto abre, fazendo algumas telhas e tijolos do teto quase caírem em cima de Jonnh, Joaninha e Skine. O buraco revela Fefezinh e Gui, com uma corda, que logo esticam até o chão do depósito.

- Subam, agora! - grita Gui.

- Gui, Fefezinh?! Tão bom ver vocês! - diz Joaninha, que começa a subir pela corda áspera e grossa. Skine sobe atrás dela. Jonnh pega sua mochila e carrega o puffle zumbi e Kenny dentro dela, então a bota nas costas e sobe na corda. Quando chega ao teto, a porta se rompe e os zumbis logo enchem o depósito. Em cima do teto espaçoso, os os 5 pinguins se afastam do buraco grande.

- Puxa...agora estamos segu.... - começa Fefezinh, mas eles logo olham que havia MILHARES de zumbis ao redor do depósito, e não havia nenhuma saída para eles visualmente. - Oh, não! E agora?

- Estamos cercados! Rápido, peguem alguma coisa que tenham como arma! - diz Jonnh. Fefezinh pega sua pequena machadinha, mas era mesmo impossível algo tão pequeno lidar com uma massa tão grande de zumbis. Joaninha mostra o pedaço de madeira. Mesma situação e razão para não usá-lo.

- Ok, estamos fritos... - diz Gui, até que Skine tem uma ideia.

- Esperem! Ouvi falar que fogo pode destruir os zumbis completamente. Poderíamos usar fogo! - diz Skine. - Joaninha, rápido, faça uma tocha com esse pedaço de madeira!

Joaninha pega duas pederneiras em sua mochila e faz fogo no pedaço de madeira, contendo o fogo com um pano branco preso nele. As chamas brilham.

- Mas se jogarmos nos zumbis, as chamas consumirão o depósito também! - diz Jonnh. - Temos que afastá-los!

- Mas como? - pergunta Fefezinh. O puffle zumbi sai da mochila e agarra a tocha improvisada com os dentes, tomando cuidado com o fogo. O puffle zumbi encara um local não ocupado por zumbis, e parece pedir para jogá-lo lá. Fefezinh e Gui parecem se assustar com o puffle, mas Jonnh faz um gesto para se acalmarem.

- Zombie é legal. - diz Jonnh.

- Caracas, você até deu um nome para ele? - diz Joaninha, dando risadinhas. Kenny olha "Zombie" ainda cheio de ciúmes. 

- É isso que você quer, amiguinho? - pergunta Jonnh. Zombie assente. - Ok, precisamos de algo para lançá-lo longe.

Skine e Fefezinh pegam uma tábua de madeira e uma pedra lá em cima do teto e fazem uma gangorra. Botam o puffle de um lado e abaixam rapidamente o outro. Zombie voa no ar, com as chamas se movimentando muito, e cai ileso ao lado de uma lápide branca, chamando a atenção dos zumbis. Os zumbis o seguem rapidamente, indo em direção ao bosque.

- Está funcionando! - diz Gui, radiante. Mas Joaninha nota algo assustador. Ela aponta o bosque brilhando por um momento, depois do último zumbi entrar bosque adentro. Os 6 descem do teto do depósito e notam o bosque pegando fogo!

- Oh não! - diz Fefezinh, e eles logo correm em direção ao bosque. O fogo logo engole as árvores com sua surpreendente agilidade, e como as árvores estavam bem juntas, o fogo não ia se espalhar para fora do cemitério. Olham o bosque sumindo lentamente, e então não restar nada além de árvores queimadas. Jonnh tenta entrar no bosque, mas Joaninha e Gui o seguram.

- Você não pode entrar ai! - diz Joaninha. - A temperatura com certeza está bem alta ai dentro!

- Mas e Zombie?! - diz Jonnh, desesperado e tentando ir no bosque recém-queimado. Jonnh começa a chorar.

- Ele deu a "vida" dele para nos salvar, mesmo sem nos conhecer direito... - diz Skine. - Isso sim é um ato de coragem.

Fefezinh tira seu capacete e o segura, como alguns parecem fazer, só que com chapéus, quando alguém morre. Mas então Gui nota uma massa esverdeada e suja saindo do bosque.

- Olhem! - diz Gui, apontando. Os outros veem Zombie saindo do bosque, meio sujo pelas cinzas, mas parecendo intacto. Zombie pula em cima de Jonnh, e lambe seu rosto. Jonnh começa a rir e acaricia o puffle zumbi. Kenny, olhando meio triste, ao tentar se afastar, logo é pego pelo Jonnh também, e ele abraça os dois puffles, bem felizes. Fefezinh olha as horas no relógio.

- São 23:55, sabem o que significa? - diz ela.

- Que o Halloween está quase acabando? - pergunta Joaninha.

- Isso mesmo. Isso quer dizer que terá que se despedir de Zombie, Jonnh. - diz Fefezinh.

- Mas, por quê? - pergunta ele, ainda segurando Zombie e Kenny.

- Os zumbis só ganham vida no Halloween. Então quando o Halloween acabar, ele voltará a ser apenas um cadáver. - diz Fefezinh. - Mas não se preocupe, no próximo Halloween poderá vê-lo de novo!

- Só no próximo? - diz Jonnh, triste, e então botando Zombie no chão, que sorri e começa a se afastar para uma colina no cemitério. Jonnh acena. - Tchau, Zombie.

Zombie sorri para os pinguins, e então desaparece na colina. Skine aponta para o portão do cemitério.

- Vamos embora, amigos.. - ele diz, e então os 5 pinguins atravessam o portão e deixam o cemitério para trás.

Uma hora depois...

- Desculpa por eu ter sido um babaca. - diz Gui, quando os 5 estão no iglu de Jonnh, todos vestindo um pijama. Niro brincava junto com Kenny.

- Eu que devia me desculpar, sabe? - diz Jonnh. - Tipo, por ter acertado sua cara e talz..

- Sem problemas. Sabia que existe massagem por meio de tapas? - pergunta Gui. Os dois riem, e Jonnh olha para Kenny, e faz carinho nele. O puffle sorri.

- Puxa, que noite né? - diz Joaninha. - E pensar que eu tava disposta a atacar zumbis com um pedaço de madeira... - Jonnh olha Joaninha. Embora com o cabelo bagunçado e sem maquiagem, ela ainda estava linda, e segura a nadadeira dela, disfarçadamente.

- Hey, gente! Que tal assistirmos a Noite do Trenó Zumbi? - pergunta Fefezinh, mostrando um DVD. Os outros franzem o rosto, até Niro e Kenny. 

- Acho que chega de zumbis por um tempo, né? - diz Skine, e todos riem.

E esse foi o último capítulo! Acabou rápido, mas não se preocupem! Tem série nova vindo ai! Arrivederci, my friends!

sábado, 31 de outubro de 2015

A Noite do Puffle Zumbi #3

Olá pinguins! Fefezinh digitando!

Começa o terceiro capítulo de A Noite do Puffle Zumbi! No capítulo anterior nossos protagonistas acampam em um cemitério, e uma figura esverdeada os observa. Que figura será essa? Cliquem em "Continuar Lendo" para saber.

Jonnh dormia profundamente, sonhando com lasanhas flutuantes. Ele então ouve um barulho e abre lentamente os olhos. Ele reclama.

- Logo quando o sonho tava ficando bom... - diz ele, bocejando. - Kenny, é você?

Mas Kenny está dormindo perto dele, tendo um sonho provavelmente igual ao seu dono. Jonnh observa os outros dormindo e se levanta. Ouve o barulho de novo. O barulho de alguém se arrastando.

- Er...tem alguém ai? - sussurra ele, pegando uma lanterna e iluminando o local. Ele decide ir um pouco para longe de seus amigos, com cuidado. Ele, quando já estava longe, vê uma lápide ser derrubada e rachar. Ele toma um susto e ilumina a lápide, uma lápide toda coberta de musgo, velha e com um nome estranho gravado nela.

- "Glaciê Tubiê" - diz ele, lendo e logo soltando uma risada. - Credo, quem tem um nome assim?

Ele ouve então um barulho por trás dele, e nota algo verde se movendo entre as lápides. Parecia ter a forma de um puffle.

- Ei, amiguinho! Calma, não vou machucar você.. - diz ele, tentando achá-lo. Vê a coisa verde na sombra de uma árvore do cemitério, sem folhas. - Hey, não tenha medo.

Mas ao iluminar a coisa, Jonnh paralisa. Parecia ser um puffle, mas com certeza um puffle bem incomum: o puffle estava todo machucado, era todo de cor esverdeada, com olhos vermelhos. O puffle o encara, e então pula em cima de Jonnh. Jonnh cai no chão deitado, encarando o puffle, sem resposta. O puffle sorri, soltando um hálito fétido que cheirava a ovo podre.

- SOCORROO!!!!!! - grita Jonnh, batendo no puffle com a lanterna e o jogando longe. Jonnh se levanta e corre rapidamente para onde estavam os outros. - SOCORRO! PUFFLE ZUMBI, PUFFLE ZUMBI!

- Mas o quê.... - fala Joaninha, acordando e esfregando os olhos. Vê Jonnh se escondendo atrás de uma lápide. - O que houve, Jonnh?

- Ai...o que está havendo? - pergunta Fefezinh, bocejando. - Jonnh, ainda é de madrugada!

Skine e Gui acordam também, assustados.

- Ei, o que está acontecendo? - pergunta Skine. Jonnh treme e demora a falar.

- Puffle....puffle...PUFFLE ZUMBI! - diz ele, apontando para a árvore do cemitério onde encontrara o puffle.

- Puffle zumbi? Você deve ter visto um cadáver, só isso... - diz Fefezinh, tentando acalmá-lo.

- NÃO! Não era um cadáver, estava VIVO! - diz Jonnh. Joaninha começa a ficar preocupada.

- Vou ver se tem um "puffle zumbi" mesmo. - diz Skine, indo com Gui até perto da árvore. Mas eles não acham nada. O puffle zumbi havia sumido. - Ué, não tem nada aqui!

- Acho que já está óbvio o que está acontecendo aqui, né Jonnh? - diz Gui, irritado. - Esse bobão aqui quer nos assustar para a gente cair fora, mas isso não vai acontecer.

- Cara, eu nem quero seus doces! Para que eu iria querer mentir sobre isso? - pergunta Jonnh, já ficando irritado também.

- Por que você não quer ser o único medroso daqui, por isso! - diz Gui, se aproximando de Jonnh e apontando para ele. - Você sempre foi um medroso de primeira, sempre, sempre, sempre, sem...

Jonnh dá um soco no rosto de Gui, que logo cai, surpreso. Fefezinh e Skine logo se botam entre eles.

- Opa, calma lá! Sem brigas! - diz Fefezinh, assustada.

- Deixem esse negócio para lá. - diz Skine. - Seria bom a gente sair mesmo daqui. Estou com minha fantasia toda suja e já temos muitos doces mesmo.

- Estão vendo? ESTÃO VENDO? - diz Gui, se levantando e massageando o rosto machucado. - Ele está convencendo vocês! Pois ele não me convence, eu vou ficar aqui e vencer esse mané!

- Pois eu também vou ficar e provar que o medroso é ele! - diz Jonnh, e ele se afasta correndo com Kenny, tentando achando outro lugar para ficar. Gui se afasta também. Joaninha, Skine e Fefezinh ficam em silêncio.

- Ok.... - diz Joaninha. - O que acabou de acontecer?

- Uma briga infantil, isso que aconteceu. - diz Skine, suspirando. - Eles deviam se tocar que isso não vai levar a nada.

- Mas eles não vão se tocar... - diz Fefezinh, suspirando também. - Será que a gente ainda deveria ficar aqui?

- Vamos atrás deles. - diz Joaninha. - Fefezinh, vai achar o Gui, eu e Skine iremos atrás de Jonnh.

- Ok, mas vamos tomar cuidado, eles ainda devem estar com raiva. - diz Fefezinh, que vai junto com Niro na direção que Gui foi. Skine e Joaninha vão na direção de Jonnh.

Longe dali...

- Gui imbecil, idiota... - murmura Jonnh, irritado, andando entre o cemitério. Kenny estava ao lado dele o acompanhando, meio triste. - Relaxa Kenny, iremos achar um lugar bom, hmmm, ali!

Jonnh aponta para uma pequena construção de pedra, com uma porta de madeira velha. Jonnh abre a porta e revela vários caixões espalhados. Ele fica parado na porta, observando o lugar.

- Er....não é o lugar perfeito, mas dá para o gasto. - diz Jonnh, entrando com Kenny e estendendo o saco de dormir no chão. Ele pensa sobre o puffle zumbi. "Vai ver eles tem razão, não deve ter puffle zumbi nenhum. Deve ser alucinação." pensa ele.

Então ele ouve um barulho vindo dos caixões, e uma figura esverdeada entre eles. Ele grita.

- AHHHHHHHHHH! - Jonnh tropeça e derruba uns caixões, caindo dentro de um deles sem tampa. O puffle zumbi estava o encarando de novo, e se aproximando. - NÃO SE APROXIME, SAI PRA LÁ! - diz ele, atirando objetos de sua mochila no puffle.

O puffle desvia e chega perto de Jonnh. Pula em cima dele, o encarando. De fato, ele era muito fedido. O puffle então abre bem a sua boca.

- Não me devore! - grita Jonnh, mas então o puffle cospe algo. A sua lanterna, que ele havia esquecido perto da árvore. A lanterna estava toda coberta por uma gosma verde e grudenta. Jonnh olha surpreso para o puffle, que sorri e começa a lamber seu rosto, lhe fazendo cócegas.

- HAHAHAHA, para, para, isso faz cócegas, HAHAHA, para! - diz Jonnh, se levantando. Kenny olha tudo e pula até seu dono. Jonnh pega seu puffle pelas nadadeiras e faz um carinho no puffle zumbi, que sorria. - Até que você não é tão assustador assim. Preciso mostrar você a meus amigos!

Jonnh pega então sua mochila e sai da construção junto com seu companheiro colorido e com seu novo amigo.

Longe dali...

Fefezinh procurava Gui, já ficando sem paciência.

- Gui? GUI? Onde se meteu esse menino? - pergunta ela para si mesma, passando entre as lápides. - Esse lugar cheira muito mal! Vou vomitar aqueles doces que comi...

Ela ouve então um barulho baixo, mas persistente: coisas se arrastando. Ela se vira e ouve com atenção. Niro se esconde atrás de uma lápide, com medo.

- Olá? Gui, é você? - pergunta ela, sentindo suas penas se arrepiarem. Ela sente um cheiro horrível no ar. "Que cheiro de morto! Mas também, estou no cemitério, o que eu podia esperar?" pensa ela, até que alguém a agarra por trás, um dos donos daquele cheiro terrível. Ela grita, mas não pode fazer muita coisa, pois esse alguém a arrasta para um bosque perto do cemitério, junto de outros vultos também cheirando mal, um cheiro terrível de decomposição...

E esse foi o terceiro capítulo! Quem diria, um puffle zumbi! Eu não esperava por isso( na verdade, esperava sim, olha o nome da minissérie :P ). Quem será que me capturou? Brr, não quero nem saber. Mas caso queiram saber, esperem com paciência para o próximo capítulo. Arrivederci!

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

A Noite do Puffle Zumbi #2

Hello people! Fefezinh digitando!

Aqui vai mais um capítulo de "A Noite do Puffle Zumbi". No capítulo passado nossos protagonistas decidem acampar em um cemitério na noite de Halloween, será que eles conseguem passar a noite seguros? Confiram a seguir:



Skine, Joaninha, Gui, Fefezinh e Jonnh se encontram bem no portão de um cemitério caindo aos pedaços. Joaninha nota que o portão estava trancado com um cadeado coberto de poeira.

- Olha só! - diz Joaninha, apontando o cadeado. - Cemitério trancado. Que pena, vamos embora.

- Espere ai, Jô. - diz Gui, pegando uma pequena chave de um de seus bolsos.

- Opa, onde arrumou isso? - pergunta Fefezinh, olhando a chave. Gui sorri, a enfiando na fechadura do cadeado.

- Segredos, querida. Profissionais nunca os revelam. - diz Gui, abrindo o cadeado e o jogando com força fora. Ele então abre o portão com um estrondo. Se revela uma sequência de pedras lisas e cobertas de musgo atrás de pequenos montinhos de terra acompanhados de flores, todas já mortas.

- Quer ir primeiro, cão sem dono? - pergunta Gui, olhando para Jonnh. Jonnh solta um resmungo e entra rapidamente no cemitério, carregando uma grande mochila, a sacudindo nas costas enquanto corre. Gui entra, olhando tudo. Os demais entram com receio.

- Não estou gostando nada disso... - diz Joaninha, olhando o cemitério velho e estremecendo.

- Relaxa, tudo sob controle. - diz Skine. Fefezinh olha Gui e Jonnh procurando um bom lugar para acampar.

- Com esses dois ai, nada fica sobre controle. - fala ela, suspirando.

- Achei um bom lugar! - grita Gui. Ele aponta para várias lápides formando um círculo, e um grande espaço no meio, com terra dura e fria. Jonnh joga a enorme mochila que ele carregava sobre Gui, que logo cai na terra. - AI!

- Ops, acidente, foi mal. - diz Jonnh, sorrindo, mas não ajudando Gui. Ele empurra a mochila de lado, irritado. Vê que a mochila está se mexendo.

- AI MEU PAI ETERNO! - diz Gui, jogando a mochila longe. A mochila, caindo na terra dura, se abre um pouco, e uma criaturinha de pelos coloridos sai dela, Kenny. Jonnh começa a gargalhar.

- Quem é a galinha assustada agora? - diz ele. Gui se levanta e vai para o grande espaço entre as lápides, em silêncio.

- Querem parar de brincar? - diz Fefezinh, ríspida. - Vamos terminar logo com isso.

- Relaxa Fefe, isso vai ser bem divertido! - diz Gui, sendo otimista. - Pense bem, estamos em um lugar com vários pinguins e outras criaturas mortas e já no além, não é emocionante?

- Para mim é assustador... - diz Joaninha. Kenny pula até seu dono, que estava arrumando o seu saco de dormir. Kenny entra no saco.

- Não, não, Kenny. Cai fora, é aqui que eu vou dormir. - diz Jonnh, mas Kenny recusa. Jonnh puxa o saco com força, fazendo Kenny cair, e Kenny agarra o saco com os dentes. Começa um pequeno cabo de guerra, até que o saco rasga pela metade. - Que droga, Kenny! E agora onde eu vou dormir?

- Pode ficar com meu saco. - diz Skine, dando seu saco de dormir. - Eu já estou bem esquentado nessa fantasia mesmo. - Jonnh pega o saco e agradece. Joaninha então pega um pouco de lenha e pedras e faz uma fogueira no espaço aberto. Ela assopra com força para sustentar as chamas.

- Boa, Jô! - diz Fefezinh, sentando e se esquentando no fogo. Joaninha sorri, fazendo seus dentes postiços de vampira aparecerem. A mochila de Fefezinh se mexe também.

- Deixa eu adivinhar... - diz Skine, olhando a mochila. Fefezinh ri e a abre, revelando Niro.

- É que Niro gostou tanto da ideia de acampar. - diz Fefezinh. - Além disso não me imagino dormindo sem ele.

- Ele é tão fofo! - diz Joaninha, fazendo carinho no puffle branco, que sorri.

Meia hora depois...

Depois de arrumar tudo, os pinguins encaram as chamas que crepitam sobre a madeira. Fefezinh puxa um saco de marshmallows brancos.

- Tarã! Que tal um pouquinho de doce nessa noite? - diz Fefezinh, pegando um graveto e enfiando um marshmallow nele, depois botando o marshmallow sobre as chamas. Quando o marshmallow fica pronto, ela o come, o saboreando. Ela tenta pegar mais marshmallows, mas o saco havia sumido. Logo vê Kenny e Niro se esbaldando com os doces. - Minha nossa, que gulosos!

- Hmmm, fogueira, marshmallows, acampamento. - diz Gui, pensativo e logo sorrindo. - Sabe o que seria bom agora?

- Dormir? - diz Skine, bocejando. Gui balança a cabeça, negando.

- Histórias de terror! - diz Gui, levantando as nadadeiras. - Para aumentar o clima, sabe?

- Sério isso? Você só vai piorar as coisas. E Joaninha já está dormindo, quer acordar ela? - diz Jonnh, apontando Joaninha em seu saco de dormir, respirando lentamente.

- Você se preocupa muito com ela. - diz Gui. - Ela é forte, relaxa. - Gui então sobe em uma lápide e pigarreia. - Hoje irei contar uma história de.....de....

- De como você come como porco? - diz Fefezinh. Os outros dão pequenas risadinhas, e Gui a encara.

- Calada. - diz Gui. - História de...já sei! Zumbis!

- Zumbis?! - diz Joaninha, acordando de repente. - Onde, onde?

- Não é nada Jô. - diz Jonnh. - Só o bobo aqui que quer contar uma história de zumbis.

- Pode contar. - diz Joaninha, interessada. Jonnh faz uma expressão de surpresa, e Gui começa a rir.

- Eu não disse que ela é forte?

10 minutos depois...

- E então o pinguim é devorado lentamente, e consumido pelas garras dos zumbis descontrolados e com fome infinita. - diz Gui. - Terminou!

- Argh, que história horrível! - diz Fefezinh, sentindo arrepios.

- Não vou dormir depois disso... - diz Skine, com um tom meio irritado. Gui agarra seu saco de dormir.

- Eu dormirei como uma pedra. BOA NOITE! - diz ele, se deitando rapidamente. Todos os outros se preparam para dormir. Fefezinh pega um travesseiro e dá para Skine.

- Para o caso de desconforto demais. - diz ela, sorrindo, Skine agradece e se apoia com o travesseiro em uma lápide. Fefezinh pega seu puffle e se aconchega no saco de dormir junto com ele. Os outros, ao se arrumarem em suas camas improvisadas, caem no sono na hora. Mas não percebem uma forma esverdeada atrás de um morro no cemitério, os observando curiosamente...

E esse foi o segundo capítulo! Quem será a tal forma esverdeada? Saibam no próximo capítulo amanhã. Arrivederci (caso não saibam, arrivederci é até logo em italiano :P)!

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

A Noite do Puffle Zumbi #1

Hello people! Fefezinh digitando. ;)

Hoje lhes trago uma pequena série de 5 capítulos, seguindo hoje até dia 2 de Novembro, para comemorar o famoso Halloween ou Dia das Bruxas, como dizem. Espero que gostem. Divirtam-se:



Jonnh decorava seu iglu para o Halloween. Ele estava muito animado, botando umas lâmpadas em forma de abóbora esculpida nos cantos. Kenny observava atentamente os petiscos em cima de uma mesa, em especial uma lasanha deliciosa, soltando vapor, ainda quentinha. Jonnh percebe o interesse de Kenny e logo tira a travessa de lasanha da mesa.

- Nem pense nisso! - diz ele. Kenny faz uma carinha fofa, mas Jonnh recusa. Ele já conhece bem seu puffle. Kenny então pula em cima dele, e a travessa sai voando, caindo em cima da cabeça de Jonnh, o melando todo. - Argh, Kenny!

Kenny então se levanta, com Joaninha entrando em seu iglu. Ela o olha todo sujo de lasanha, e dá uma risadinha.

- Tudo bem ai? - pergunta ela. Jonnh logo se vira, constrangido.

- Claro, nunca esteve melhor! - diz Jonnh, vermelho como pimentão. Ele pega a travessa suja de lasanha e prova um pouco do que restou dela. - Hmmm, delicioso!

- Sei, aposto que seu cabelo deu um tempero especial. - diz Joaninha, andando pelo iglu e pegando umas toalhas de papel para Jonnh. - Ansioso para a festa em seu iglu?

- É claro! Convidei muita gente. - diz Jonnh, se limpando. - E minha fantasia já está pronta.

- A minha também. Mal posso esperar! - diz Joaninha. Ela olha para Kenny. - Tem certeza que quer deixar Kenny participar da festa? Ele é meio...destrutivo.

- Eu sei bem como ele é. - diz Jonnh. - Mas eu sei cuidar bem dele. Irei controlá-lo, prometo.

Horas mais tarde...

Jonnh termina a decoração do seu iglu. Ele veste uma fantasia de lobisomem, e espera os outros que estão por vir. Observa Kenny ao seu lado, e o encara.

- Olha Kenny, acho bom se comportar em? - diz Jonnh. Kenny faz cara de anjinho. Joaninha então chega, vestida de vampira.

- Como estou? - fala Joaninha. Ela estava linda, e Jonnh faz um grande "O" com a boca.

- Er...er...você...você... - gagueja Jonnh. - Está lindíssima! - Joaninha fica vermelha. Então eles ouvem um barulho alto. - Uou...ouviu isso?

- Eu ouvi... - diz Joaninha. Eles tremem e de repente uma cabeça de abóbora brilhante sai de trás da mesa.

- BUUUUUUUUUUUUUU! - grita a abóbora. Joaninha e Jonnh gritam e caem no chão. A abóbora começa a gargalhar, e então se revela ser Gui Coragem. - Deviam ter visto a cara de vocês!

- Gui?! Grrrrrrr.... - diz Jonnh, se levantando, furioso. - Você quase nos matou de susto!

- Que bom. Minha fantasia é realmente impressionante então. - diz ele.

- Que fantasia é essa? - pergunta Joaninha, se levantando e se recobrando do susto.

- Cavaleiro sem cabeça! Não é demais? - diz Gui, botando a abóbora de volta. - Uuuuuuuuuu..

- Muito engraçado. - diz Jonnh, cruzando as nadadeiras. A porta do iglu se abre, e então vem Fefezinh com uma roupa de astronauta, junto com seu puffle branco, que usava um capacete espacial.

- Oi gente! - diz ela, tirando o capacete de astronauta e arrumando o cabelo loiro bagunçado. - Cheguei atrasada?

- Oi Fefe! - diz Joaninha, abraçando Fefezinh. - Pelo contrário, só tivemos tempo de levar um susto, só isso. Bela fantasia.

- Obrigada. As de vocês também estão ótimas! - diz Fefezinh. Niro, o puffle branco dela, pula até Kenny, se exibindo. Kenny lhe dá língua, e os dois começam a correr pelo iglu.

- Ótimo, mais trabalho. - diz Jonnh, olhando a corrida dos dois.

- Relaxa, meu puffle é um santo! - diz Fefezinh. Niro quase derruba uma lâmpada de abóbora, e Fefezinh a segura antes de cair no chão. - Na maioria das vezes...

Skine chega, com uma fantasia de morcego marrom. Ele parecia estar sofrendo.

- Liguem o ventilador, por favor. - diz ele, suando. - Aqui está um forno!

- Talvez por você estar usando uma roupa com várias camadas de pelos. - diz Joaninha.

- Chega de papo, vamos festejar! - diz Gui, pegando vários petiscos da mesa. Ele corre pelo iglu, os comendo ao mesmo tempo. Começa a fazer uma sujeira danada.

- Ei, eu acabei de arrumar! - diz Jonnh, o perseguindo. Fefezinh e Joaninha riem.

- Garotos... - diz Fefezinh, dando de ombros.

Duas horas mais tarde. 21:00 PM

Os cinco pinguins haviam se divertido muito no iglu, e agora estavam pegando doces pelas casas.

- Não acham que estamos meio velhos para ir pegar doces no Halloween? - fala Fefezinh, enquanto eles andavam pelo Plaza, com os sacos cheios de doces.

- Nunca seremos velhos demais enquanto pudermos pegar doces de graça. - diz Gui, com a fantasia toda lambuzada de doces e um saco quase estourando de tão cheio.

- Você precisará fazer um regime depois, em? - diz Skine, rindo. Gui lhe dá língua, e olha para Jonnh, com um saco cheio também. Gui tem uma ideia e cutuca Jonnh.

- Sabe, podemos fazer com que isso seja mais interessante. - diz Gui, sorrindo.

- Do que está falando? - diz Joaninha. Gui levanta o saco de doces.

- Tipo...uma aposta, e quem ganha leva todos os meus doces. - diz Gui. - Que tal Jonnh?

- De que aposta você fala? - diz Jonnh.

- De acampar no cemitério essa noite, a noite inteira. - diz Gui. - E não vale cair fora chorando ou gritando, se não aposta perdida. Eu aposto que você não consegue isso, Jonnh.

- De que isso vai adiantar? Nem quero seus doces mesmo. - diz Jonnh, se virando. Gui começa a rir.

- Olha só, vai escapar, galinha assustada? - diz Gui. Jonnh se paralisa, e então respira fundo, com raiva.

- Do que você me chamou? - diz Jonnh, se virando. Gui lhe dá língua.

- G-a-l-i-n-h-a  a-s-s-u-s-t-a-d-a. - diz Gui, soletrando. Jonnh agarra a camiseta da fantasia de Gui.

- Retire o que disse. Retire o que disse AGORA. - diz Jonnh. Gui se solta e o empurra com força.

- Opa, fiquem calmos! - diz Joaninha, se botando entre eles. - Uma briga não vai ajudar em nada.

- Eu irei acampar e esfregar isso na sua cara! - diz Jonnh. Fefezinh e Skine olham, assustados.

- Tem certeza disso, Jonnh? - fala Fefezinh, com receio. Jonnh assente com a cabeça.

- Irei acampar com ele, só para ter certeza que não correrá gritando. - diz Gui, e então tem outra ideia. - Que tal todos nós acamparmos?

- Opa, eu não pedi isso! - diz Skine.

- Ou acampa, ou é fracote também. - diz Gui, dando de ombros. Jonnh corre em direção ao iglu para pegar as coisas que precisa. Gui vai para seu iglu, para pegar os itens necessários também. Skine, Fefezinh e Joaninha ficam por um tempo em silêncio.

- Melhor acamparmos também. - diz Skine. - Precisamos ficar de olho nesses dois.

- Bancarei a babá então? - diz Fefezinh, cruzando as nadadeiras. - Ninguém merece...

- Estou com um péssimo pressentimento. Mas Skine tem razão. Vamos. - diz Joaninha. Os três finalmente saem do Plaza em direção aos seus iglus, para se prepararem para acampar.

E esse foi o primeiro capítulo! Digam o que acharam nos comentários! Arrivederci!